Três pessoas foram presas suspeitas de envolvimento em uma tentativa de homicídio registrada na noite do último sábado (07) no município de Picos. A ocorrência foi atendida por equipes da 3ª Companhia do Batalhão Especial de Policiamento do Interior (BEPI).
De acordo com informações da Polícia Militar, o crime ocorreu por volta das 20h, no povoado Chapada do Mocambo, na zona rural do município. Na ocasião, a vítima foi atingida por disparos de arma de fogo, sendo socorrida e encaminhada ao Hospital Regional Justino Luz, em Picos, onde permanece internada. Segundo as informações mais recentes, o estado de saúde é considerado estável.
Após a ocorrência, equipes do BEPI, com apoio do Núcleo de Inteligência da Polícia Militar e da Delegacia de Homicídios e Tráfico de Drogas (DFHT) da Polícia Civil de Picos, iniciaram diligências para identificar os envolvidos no atentado.
Durante as investigações, os policiais localizaram e prenderam o suspeito apontado como autor dos disparos. No decorrer das diligências, a polícia também identificou que a esposa da vítima e o filho dela, enteado do homem, teriam participação no crime, sendo apontados como mandantes.
Conforme informações colhidas pela Polícia Civil de Picos, em depoimento, os suspeitos relataram que a motivação do crime estaria relacionada a episódios de violência doméstica supostamente praticados pela vítima contra a esposa, além de relatos de que o homem costumava pressioná-la para obter dinheiro para compra de drogas.
Ainda segundo as informações da investigação, a vítima teria sido atraída até um ponto de comercialização de drogas, onde ocorreu o atentado.
Os três envolvidos foram identificados pelas iniciais R.S.S., F.W.S.F. e M.I.B.S. e conduzidos à Central de Flagrantes de Picos. Durante a ação, os policiais também apreenderam quatro aparelhos celulares e uma motocicleta Bros 150 de cor vermelha.
Após passarem por audiência de custódia, os suspeitos tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça.
As investigações seguem para localizar um quarto suspeito, identificado pelas iniciais I.A.M., apontado como possível agenciador do crime.



















